2007. Vale do Silício-Jan Koum
2007. Vale do Silício-Jan Koum
Jan Koum, imigrante ucraniano, infância pobre.
Engenheiro do Yahoo.
Facebook o convidou. Jan recusou.
2009.
Jan comprou iPhone. Viu potencial da App Store.
Chamou Brian Acton, ex-colega do Yahoo.
Brian também rejeitado pelo Facebook meses antes.
Fevereiro de 2009.
Lançaram WhatsApp ("What's Up" + "App").
Ideia inicial: status simples.
Ninguém usou.
Junho de 2009.
Apple lançou notificações push.
Jan reprogramou em 2 semanas: virou mensageiro.
Explosão. Usuários dobravam toda semana.
Sem marketing. Só boca a boca.
A filosofia radical:
Sem anúncios. Sem rastreamento. Sem jogos.
Apenas mensagens. "Respeite o usuário."
Modelo: US$ 0,99/ano após primeiro ano grátis.
2011: 1 bilhão de mensagens/dia.
2013: 400 milhões de usuários. 50 funcionários.
2014. Fevereiro.
Facebook ofereceu US$ 19 bilhões.
Jan hesitou: "Vão colocar anúncios?"
"Nunca", prometeu Zuckerberg.
Jan aceitou. Brian levou US$ 3 bi. Jan: US$ 6,8 bi.
O twist:
Jan assinou no prédio onde mãe recebia vale-refeição.
2017-2018.
Facebook pressionou por monetização.
Jan brigou. Perdeu.
Saiu em 2018, deixando US$ 850 mi em ações.
Brian também saiu. Doou US$ 50 mi contra Facebook.
Hoje:
WhatsApp: 2 bilhões de usuários.
Mas a essência mudou. Anúncios. Integração com Facebook.
A lição:
Rejeitados pelo Facebook.
Construíram concorrente.
Venderam por US$ 19 bilhões.
Saíram quando princípios foram quebrados.
Dinheiro sem valores não vale nada.
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By: Update Doário
Edição: Infoasmb
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