Provou e Gostou- Masturbação

MASTURBAÇÃO NA VISÃO ESPÍRITA 
Fig.nº 1
A masturbação, sob a ótica espírita, é um tema que merece uma análise ponderada, longe de dogmatismos ou julgamentos precipitados. É interessante notar que, em tempos mais remotos, antes da influência de certas correntes de pensamento, essa prática era vista com naturalidade. Contudo, com o passar dos séculos, e em especial sob a égide de sistemas de controle social, a sexualidade em geral, e a masturbação em particular, foram frequentemente relegadas a um lugar de repressão e culpa.

A visão contemporânea, inclusive no campo médico, tende a reconhecer a masturbação como algo natural e saudável, dentro de certos limites, claro. No entanto, quando pensamos na perspectiva espírita, o foco se desloca um pouco. A Doutrina Espírita, com sua sabedoria peculiar, não se detém em ditar regras morais específicas para cada ato da vida. Em vez disso, ela nos convida a refletir sobre o cerne das questões.

No contexto da masturbação, o ponto crucial reside no estado mental que acompanha a prática. Se ela se manifesta como uma busca desenfreada por prazer, uma compulsão que domina a vontade e obscurece outros aspectos da vida, aí reside um desequilíbrio. É nesse cenário que a atenção espírita se volta, não para o ato em si, mas para o padrão de pensamento e comportamento que o envolve.

Imagine, por exemplo, uma pessoa que busca no ato um escape constante para suas ansiedades e frustrações, criando um ciclo vicioso onde a masturbação se torna uma fuga da realidade, em vez de um momento de alívio natural. Ou ainda, alguém que, ao se masturbar, alimenta fantasias de violência ou egoísmo, nutrindo a mente com vibrações menos elevadas.

É nesse ponto que a doutrina espírita nos alerta para a sintonia vibratória. Nossos pensamentos e sentimentos emitem ondas energéticas que atraem espíritos afins. Se nos entregamos a pensamentos desequilibrados durante a masturbação, podemos, sim, nos conectar com entidades espirituais que compartilham dessas mesmas vibrações, iniciando, em casos extremos, processos de vampirização energética.

Mas, atenção, não se trata de demonizar a masturbação! Como energia, a sexualidade é poderosa e criadora, e a masturbação pode ser, em certos momentos, uma válvula de escape para tensões físicas. A questão central é o equilíbrio. Lembre-se sempre do conselho sábio: orar e vigiar. Vigiar nossos pensamentos, nossas intenções, buscando sempre o autoaperfeiçoamento e a elevação de nossos padrões vibratórios.

Por; FATOS Curiosos
Edição; Mavenda

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